Judiciário norte-americano determina que estuprador terá guarda compartilhada de seu filho

Para garantir que não há nenhuma novidade na sociedade patriarcal que legitima um modelo abusivo de família, nos Estados Unidos, o Judiciário determinou que um homem, que estuprou uma criança de 12 anos, tenha a guarda compartilhada do filho que nasceu deste estupro. Assim, a mulher, que provavelmente nunca superaria emocionalmente o estupro, terá que suportar que o homem que a agrediu sexualmente tenha não apenas contato com o filho, mas também possa interferir em toda a criação dele e impor sua presença a ela (a mulher). O motivo: o estado não quer mais ajudar a sustentar a criança, só que o Judiciário ainda não mandou o pai pagar alimentos. Intrigante?

A luta não pode parar, mas tem horas que é difícil. Deu no Conjur:

Depois de um exame de DNA confirmar a paternidade, na terça-feira (10/10) um juiz de Wisconsin, EUA, concedeu ao estuprador de uma menina de 12 anos a guarda compartilhada do filho que nasceu como fruto do crime e hoje tem 8 anos de idade.

A iniciativa de buscar na Justiça o reconhecimento da paternidade e a guarda compartilhada foi da Promotoria do Condado de Sanilac, em Wisconsin. O objetivo é desobrigar o estado de dar assistência financeira à criança, segundo a advogada Barbara Yockey, que representa o homem que cometeu o crime.

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